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NOTÍCIAS - SEGURANÇA PATRIMONIAL

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019
Instalação de equipamentos de segurança deve seguir normas para evitar transtornos
O aumento da violência e da insegurança nas cidades tem provocado o crescimento do setor de segurança eletrônica no Brasil. Em 2017, o segmento movimentou cerca de R$ 6 bilhões e, no ano passado, segundo estimativas da Associação Brasileira de Empresas de Segurança Eletrônica (Abese), cresceu mais 8%. Câmeras de segurança, sensores de presença e cercas energizadas são cada vez mais utilizados para inibir a ação de criminosos. O perigo está na hora de instalar os equipamentos. Para orientar a população, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do PR (Crea-PR) elaborou cadernos técnicos sobre segurança eletrônica e cercas eletrificadas.

A publicação dos cadernos técnicos (que podem ser acessados gratuitamente no site do conselho) tem como objetivos informar a sociedade quanto aos procedimentos necessários para a instalação de equipamentos eletrônicos e cercas eletrificadas nos perímetros dos imóveis, bem como alertar sobre os perigos de uma instalação mal projetada e/ou instalada e conscientizar a população quanto à importância da contratação de profissionais devidamente habilitados e empresas instaladoras registradas no Crea-PR.

André Pallaoro, Engenheiro Eletricista de Pato Branco, é um dos profissionais registrados no Crea-PR que trabalha com projetos chamados complementares, como sistemas de câmeras para monitoramento com alarmes integrados e instalação de cercas elétricas. “O que se percebe é que a população, que não tem conhecimento técnico, por vezes efetua a instalação por conta própria, não se atentando aos riscos”, observa.

O Engenheiro orienta que os interessados em implantar sistemas de segurança procurem um profissional habilitado ou uma empresa especializada que conte com um responsável técnico. “Os profissionais têm o conhecimento das normas técnicas e sabem dar o dimensionamento correto e da necessidade de aterramento ou colocação de dispositivo de fuga de corrente”, explica Pallaoro.

A instalação mal feita pode não render os efeitos esperados e pode até gerar prejuízos a quem comprou os equipamentos, com a queima de aparelhos ou risco à vida de pessoas que são expostas a esses sistemas instalados de forma inadequada. “Temos muitos casos de pessoas que compram as câmeras ou kits de cerca elétrica pela internet e elas mesmas instalam nas suas residências”, exemplifica Adriano Raul Fasolo, Engenheiro Eletricista e de Segurança do Trabalho de Ampére e inspetor do Crea-PR em Realeza.

Fasolo trabalha com projetos e execução de sistemas de segurança e alerta para o perigo de se fazer a instalação sem contar com profissional habilitado. “Se não seguir as normas técnicas, o sistema poderá atuar de forma indevida. No caso da cerca eletrificada, pode não desarmar e vitimar pessoas e animais”, ressalta o Engenheiro.

O caderno técnico sobre cercas eletrificadas do Crea-PR é bem claro. “Os eletrificadores de cerca trabalham normalmente com uma diferença de potencial para a terra na ordem de 10.000 V, mais que suficiente para matar uma pessoa, se não houver uma limitação na corrente elétrica. Daí a necessidade de se utilizar equipamentos normalizados e certificados”.

Legislação
A colocação de cercas elétricas nas residências deve seguir também a legislação vigente. Muitos municípios já contam com textos específicos, como Pato Branco (Lei nº 3.491/2010) e Francisco Beltrão (Lei nº 3248/2006). A altura mínima de colocação da cerca é de 2 metros para Pato Branco e 2,5 metros em Francisco Beltrão. Além disso, os proprietários de imóveis que possuem o aparato instalado devem saber que, em caso de acidente, poderão ser responsabilizados em processo judicial.

Os cadernos técnicos podem ser acessados no endereço www.crea-pr.org.br (> Comunicação > Cadernos Técnicos).
http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/seguran%C3%A7a-eletr%C3%B4nica.pdf
http://www.crea-pr.org.br/ws/wp-content/uploads/2016/12/cercas-eletrificadas.pdf

Novo gerente
A Regional Pato Branco do Crea-PR, que abrange o Sudoeste do Estado, conta com novo gerente desde o dia 3 de dezembro do ano passado. Diogo Artur Tocacelli Colella, 36 anos, cresceu em Quedas do Iguaçu. Formou-se em Engenharia Civil na Universidade Estadual de Maringá (UEM), em 2004, e concluiu mestrado em Engenharia de Transportes pela USP - Câmpus São Carlos em 2007. No ano seguinte, foi aprovado no concurso público do Crea-PR, exercendo o cargo de agente de fiscalização em Paranaguá até 2012, quando foi trabalhar no planejamento da fiscalização em Curitiba. De 2015 até novembro do ano passado, Colella foi gerente do Departamento de Fiscalização (Defis) do conselho.
Fonte: Antônio Menegatti

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