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NOTÍCIAS - UNIOESTE

segunda-feira, 12 de abril de 2021
Unioeste: Núcleo Experimental comemora mais um ano de colheita de soja
Em meio à pandemia do novo coronavírus, o Núcleo Experimental de Engenharia Agrícola/NEEA da Universidade Estadual do Oeste (Unioeste), este ano, completou mais um ciclo de cultivo em sistema plantio direto, não parou um único dia e já fez a colheita de soja. A equipe do NEEA que trabalha numa área de 16 hectares, (a 30 quilômetros do perímetro urbano de Cascavel), comemora a colheita da soja, mesmo num período em que a maior parte dos setores é afetada direta e indiretamente com a crise na saúde mundial.

O NEEA mantém cinco hectares para agricultura e os demais com mata nativa (mata atlântica, mata ciliar e reserva legal, é uma maravilha que poucos conhecem). É ali que pesquisadores da Engenharia Agrícola e de outros cursos fazem atividades de pesquisa, ensino e extensão. As sementes de soja utilizadas são certificadas, foram semeadas no final de outubro de 2020 e colhida no início de março de 2021. Agora está armazenada, pronta para ser comercializada. O recurso será revertido em melhorias para o Núcleo o que torna o mesmo, autossustentável.

O Núcleo passou a funcionar de forma autossustentável em 2018, numa gestão de plantio da soja comercial. A unidade conta com dois servidores da Instituição sendo que um deles mora no local, além dos professores e alunos que lá executam seus projetos. Ainda, além da soja também são cultivadas as culturas do milho, girassol, aveia, cártamo e adubação verde.

A comercialização é feita por meio de um convênio entre o Núcleo e a FUNDEP, seguindo todos os parâmetros legais. Segundo o diretor do NEEA, professor Flavio Gurgacz “a produção gerada é comercializada e a gestão de recurso é feito pela FUNDEP”. Todo recurso gerado é reinvestido no Núcleo. Já fizemos investimentos em fertilizantes e corretivos, conservação do solo, aquisição de sementes, manutenção de máquinas e benfeitorias. E ainda o recurso é usado como custeio da produção do próximo ano.

O professor elucida, ainda, que o Núcleo dá suporte a todos os projetos de pesquisa, extensão e outros desenvolvidos no local. Entre os avanços, está a evolução do preço da soja, cotada em dólar. No último ano cada hectare produziu uma média de 55 sacas de soja, de alta qualidade. “Quando começamos a produzir a soja, em 2017, a saca estava cotada em R$ 45,00, e esse ano o valor está em R$ 160,00”.

Mesmo com problemas climáticos que atrasaram a semeadura impactando na colheita, o professor diz que a quantidade produzida no Núcleo ainda foi maior do que a média produzida na região. “Mesmo com o atraso do plantio e da colheita temos bons resultados”, destaca.

Para conseguir plantar e colher, o núcleo também recorre a colaboradores, como o dono de uma colheitadeira e o local para armazenamento do produto. “No Núcleo fazemos um cultivo tradicional, com técnicas de manejo integrado de pragas e doenças ,para reduzir ao máximo o uso de defensivos agrícola e ainda técnicas de semeadura e pulverização que aumentam a eficiência das operações”.

Gurgacz relata que parte do fertilizante usado na lavoura é resultado de trabalho de pesquisa de docentes que produzem fertilizantes orgânicos através da técnica de compostagem de resíduos da agroindústria.

Após a venda, o recurso vai para a FUNDEP que faz a gestão contábil e financeira, sempre voltada melhorias na área experimental. As sementes e insumos são adquiridos no comércio local, via tomada de preço e a ideia é buscar sempre o menor preço associado a qualidade dos insumos, principalmente os que geram menor impacto no meio ambiente. Outro detalhe do trabalho do Núcleo é a sua gestão. Antes de qualquer decisão, como novos projetos de pesquisa e extensão, que passam pelo crivo de um Comitê Técnico e Científico, que aprova a viabilidade, levando em consideração aspectos técnicos e científicos.

Com o trabalho dos agentes universitários Rubens Leonildo Urias, técnico agrícola e o serviço de vigilância caseiro Sírio Graff, o Núcleo ao longo dos anos foi se aprimorando e hoje tem potencial para ser um avançado campo para ensino, pesquisa e extensão.

Atualmente estão em vigor no Núcleo projetos que estudam os efeitos da Compactação do solo; Tratamento de resíduos agroindustriais (Compostagem e biodigestão); Produção de plantas oleaginosas (Soja, Girassol, Cártamo); Controle biológico de pragas e doenças; Adubação de cobertura e sistemas de irrigação.
Fonte: Assessoria de Imprensa

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